Um dos mais populares distribuições Linux que existe é o Ubuntu, muito comentado aqui neste blog. Mas neste final de semana, testei o Fedora 7, e gostaria de transmitir as minhas primeiras impressões sobre o mesmo, começando pela instalação.

O processo é o quase idêntico ao do Ubuntu, sem maiores dificuldades. Ele começa diferente apenas com um teste de mídia, que você pode ignorar. Na sequência, a instalação do Fedora pede que você configure o idioma, e com isso, o layout do teclado é selecionado automaticamente (ABNT2). E depois de configurar a partição do disco rígido, rede, fuso-horário e a senha do administrador, você irá escolher que tipo de pacotes adicionais prefere instalar. No nosso caso, deixaremos selecionado apenas as aplicações de escritório.

Enfim, começa a instalação, que dura cerca de 20 minutos. E após reiniciar, o Fedora pede que você faça os últimos ajustes antes de começar a usar o sistema. Firewall, SE Linux (nenhum dos dois recursos presentes no Ubuntu), data e hora e pronto. É só usar.

De primeira, percebi que o Fedora 7 tem um visual um pouco mais refinado do que o Ubuntu. É igualmente fácil de usar, mas a opção “Adicionar/remover programas” não é tão intuitiva quanto no caso do Ubuntu, podendo ser um pouco mais complicado para o usuário comum, mas nada assustador. Além de ser um pouco mais lento que o Synaptic.

De qualquer maneira, todas as principais funções estão lá. O Fedora é uma distro realmente robusta e completa. Até o momento que estou escrevendo este artigo, não tive nenhum problema com ele (nem de hardware). O saldo é totalmente positivo. Mas, como a proposta do Saiba Tudo é falar para o usuário leigo e casual de informática, ainda prefiro recomendar o Ubuntu, principalmente por ter um aplicativo tão útil quanto o Automatix (amplamente divulgado aqui). Mesmo assim, prometo fazer uma análise mais qualificada do Fedora 8, que será lançado próximo dia 8 de novembro.

Gostou deste artigo? Assine nosso feed e continue atualizado.